“Stop pretending content is somebody else’s problem. Take up the torch for content strategy. Learn it. Practice it. Promote it. It’s time to make content matter.”
The real fact of the matter is that nobody reads ads. People read what interests them. Sometimes it’s an ad.
Esta é uma postagem sobre métricas para startups. Seja o lean startup ou qualquer outro método que siga, ter dados e métricas é necessário para se gerenciar qualquer negócio. Dave McClure do 500 Startups articulou o framework de análise de métricas AARRR para Startups que analisa o ciclo de vida através da conversão de usuários em cinco estágios: Aquisição, Ativação, Retenção, Referência e Receita.
É um framework bem interessante pois ele é fundamental para entender até mesmo a cadeia de valor do produto e sua análise junto com o modelo de negócios ajuda a planejar o design de serviço, os pontos de contato e a estratégia de conteúdo ao estipular momentos-chave e objetivos de negócios.
São eles:
A chave de entender aquisição de usuários é entender quais redes de publicidade, widgets, campanhas, afiliados e SEO/SEM estão lhe enviando tráfego de valor. Dave McClure chama estes “canais de conversão de melhor performance” e enfatiza que estes não são canais lhe enviando toneladas de visões de página, mas canais lhe enviando usuários para fazer algo significativo. Este pode significar ver um vídeo, baixar um plug-in, inserir um endereço de email – é totalmente com você e sua análise de seu tráfego. Tudo o que importa é determinar os eventos significativos e julgar as suas fontes de tráfego.
Dave McClure também menciona segmentação da audiência – quem são estes usuários? Que idade/gênero/geografia eles representam?
Então você trabalhou duro para levar esses usuários valiosos para seu website ao otimizar suas fontes de tráfego. Agora, você precisa certificar-se de ter uma “feliz primeira visita”. Eles se movem através de seu aplicativo e website perfeitamente? Existem certas páginas ou passos onde você está perdendo volumes de seu tráfego? McClure sugere constantes testes A/B de sua landing page assim como adicionar funcionalidades, com o objetivo primário de aumentar as conversões.
Na conferência de growth hacking realizada no ano passado se falou de um outro conceito relacionado com a Ativação, o do “Momento Mágico”, uma métrica chave que deve descoberta durante a experiência do produto e serviço em que ao passar por esse limiar, o usuário é retido.
Desenvolvimento de Clientes é “A” atividade de uma startup. E como toda jornada, precisamos de um bom GPS que nos dê as melhores instruções de como chegar lá. Entre os livros fundamentais para quem está entrando no mundo das startups ou pensando em criar um produto competitivo no contexto em que vivemos, eu recomendo o excelente The Startup Owner’s Manual do Steve Blank em co-autoria com Bob Dorf1. O Blank já era um renomado autor além de empreendedor de sucesso, e inspiração para o Eric Ries. Neste livro ele resolveu fazer um “guia definitivo de gerenciamento” para startups, descrevendo em detalhes e passo a passo as melhores formas do Customer Development, ou Desenvolvimento de Clientes, a principal atividade de uma startup. Abaixo, minha tradução com comentários do Customer Development Manifesto.
O texto original em inglês é baseado no livro The Startup Owner’s Manual de Steve Blank e Bob Dorf, escrito por Javier Sandoval. Comentários destacado, são os de minha autoria, como este
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No começado, uma startup é construída por visão e suposições. A única forma de validar estas suposições é através do aprendizado de clientes.
Os fundadores devem fazer o customer development, ou desenvolvimento de clientes. Pontos de feedback são aleatórios e difíceis de se ouvir — empregados não deveriam estar entregando as notícias difíceis. Estes não são incentivados a aprender sobre o problema assim como os fundadores. Apenas os fundadores podem compreender o feedback e rapidamente mudar a startup para se adaptar.
Get Out Of The Bulding! Blank não se cansa de repetir o bordão, mas é necessário e uma vez que você está aí fora, no mundo, descobre que é um dos ensinamentos mais importantes. Os fatos vivem lá fora. E, não importa o quanto ache que sua ideia é prematura, busque validá-la.
O desenvolvimento de clientes é inútil a não ser que o time de desenvolvimento do produto possa iterá-lo rapidamente. Times de engenharia em startups que usam desenvolvimento ágil são orientados a continuamente receber o input dos clientes e entregar um produto que seja uma iteração do MVP2.
Não basta colher feedback e não implementá-lo. E implementá-lo rápido. O tempo é o bem mais preciso de todos os seres vivos. Não desperdice!
Em uma startup, você está buscando, não executando. Apenas se encontra o caminho certo tentando vários errados. Falhe rápido, para que possa aprender rápido.
Este é muito mais fácil de dizer do que fazer. E mesmo “sabendo”, você vai subestimar. Vai depender de pessoa para pessoas, mas é muito custoso emocionalmente e desgastante o falhar. É parte fundamental do processo levar porrada, cair no chão. Mas dói. Dói muito. Se prepare para a dor.
“A definição de insanidade é fazer a mesma coisa sempre e esperar resultados diferentes”
Toda grande jornada começa com um pequeno passo. Fundei com as melhores pessoas do mundo uma startup de social commerce chamada Influentio. Este blog será onde irei mapear meu caminho por essa terra desconhecida de se lançar na aventura e ser meu diário de viagem, em direção ao futuro, explorando os temas que for encontrando na busca de nosso modelo de negócios, com aprendizado, falhas, tombos e porradas e, é claro, acertos e vitórias.
“A legendary hero is usually the founder of something – the founder of a new age, the founder of a new religion, the founder of a new city, the founder of a new way of life. In order to found something new, one has to leave the old and go on a quest of the seed idea, a germinal idea that will have the potential of bringing forth that new thing.”
- Joseph Campbell in The Hero with a Thousand Faces
…e então tudo começa de novo, outra vez. Nada nunca termina de verdade pois um final é sempre o catalizador de um novo começo. Uma estrela que morre libera os blocos fundamentais que possibilitarão a formação de novos compostos. Planetas. Vida. Unicelular. Multicelular. Evolução. Peixes. Anfíbios. Répteis. A extinção dos dinossauros. Fim de centenas de espécies, possibilita o surgimento de novos. Mamíferos. Nós. Tecnologia. Aqui e agora. O começar sempre exige algum tipo de final. A conclusão de algo. Um ciclo que se fecha.
Acredito que a Jornada do Herói de Mil Faces de Joseph Campbell que descreve o chamado “Mito do Herói” fala do desenvolvimento da personagem que atravessa gerações e é o centro das narrativas de nossas sociedades e todos os seus estágios: Mundo Comum, Chamado à Aventura, Recusa do Chamado, Encontro com o Mentor, Travessia do Primeiro Limiar, Testes – Aliados – Inimigos, Aproximação da Caverna Oculta, Provação, Recompensa, Caminho de Volta, Ressureição e Retorno com o Elixir. E ele toca a todos nós. Nos identificamos com ele. Por que, para cada um de nós, somos os heróis. Somos o protagonista de nosso próprio épico.